A vaidade de Mestre Tempo
é o Esquecimento
Ele e suas caducas impressões
As teias de aranha do perdão
Se amontoando várias na aurora
Finita das horas
A vaidade de Mestre Tempo
é o Esquecimento
Ele e sua senilidade sem sonhos
nos umbrais maciços do Não
O Esquecimento corteja a Paz
Com olhos de lascívia preguiçosa
A Paz, destarte, não se entrega
Menina mimada que é
A Paz não se rende ao Esquecimento
Ela o dilacera, vermelha e pálida
A vaidade do Esquecimento
É a Saudade
E sim
Para esta, a Paz se entrega
distraída...
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Bem Além
O que passa além das suas retinas e das minhas
Um coeso delírio de segredos firmados
Nossas verdades frasais no minuto da íris
Além de você e de mim
Um silêncio de cortar o vento
Dos protocolos, das exatidões cerimoniais
A ausência dos dizeres
Somente os olhares
Além
Bem além do que tange
o imaginário...
Um coeso delírio de segredos firmados
Nossas verdades frasais no minuto da íris
Além de você e de mim
Um silêncio de cortar o vento
Dos protocolos, das exatidões cerimoniais
A ausência dos dizeres
Somente os olhares
Além
Bem além do que tange
o imaginário...
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Ainda
Às vezes faço versos na brisa azul da manhã
Não são versos imensos porque a alegria
Deixa, destarte, os versos mais curtos
Mas ainda faço versos como quem brinca
Ou tece fios de sentimentos numa fronha de verdades
Às vezes faço versos recheados de lembranças
Todas elas numa teia bela da necessidade de existir
Faço versos menores hoje, versos sorridentes
Corriqueiros versos distraídos de quem já não somente sonha
Ainda faço versos na cadência sincera das horas
Faço os versos e namoro a minha nova capacidade de criar
Criar na felicidade, a novidade de escrever assim
Ainda faço versos
pra vocês
pra ele
pra nós
e principalmente pra mim
ainda faço versos...
Não são versos imensos porque a alegria
Deixa, destarte, os versos mais curtos
Mas ainda faço versos como quem brinca
Ou tece fios de sentimentos numa fronha de verdades
Às vezes faço versos recheados de lembranças
Todas elas numa teia bela da necessidade de existir
Faço versos menores hoje, versos sorridentes
Corriqueiros versos distraídos de quem já não somente sonha
Ainda faço versos na cadência sincera das horas
Faço os versos e namoro a minha nova capacidade de criar
Criar na felicidade, a novidade de escrever assim
Ainda faço versos
pra vocês
pra ele
pra nós
e principalmente pra mim
ainda faço versos...
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