A vaidade de Mestre Tempo
é o Esquecimento
Ele e suas caducas impressões
As teias de aranha do perdão
Se amontoando várias na aurora
Finita das horas
A vaidade de Mestre Tempo
é o Esquecimento
Ele e sua senilidade sem sonhos
nos umbrais maciços do Não
O Esquecimento corteja a Paz
Com olhos de lascívia preguiçosa
A Paz, destarte, não se entrega
Menina mimada que é
A Paz não se rende ao Esquecimento
Ela o dilacera, vermelha e pálida
A vaidade do Esquecimento
É a Saudade
E sim
Para esta, a Paz se entrega
distraída...
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Bem Além
O que passa além das suas retinas e das minhas
Um coeso delírio de segredos firmados
Nossas verdades frasais no minuto da íris
Além de você e de mim
Um silêncio de cortar o vento
Dos protocolos, das exatidões cerimoniais
A ausência dos dizeres
Somente os olhares
Além
Bem além do que tange
o imaginário...
Um coeso delírio de segredos firmados
Nossas verdades frasais no minuto da íris
Além de você e de mim
Um silêncio de cortar o vento
Dos protocolos, das exatidões cerimoniais
A ausência dos dizeres
Somente os olhares
Além
Bem além do que tange
o imaginário...
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