É o fim das equivalências
um fim aquarelado
numa Ode Azul
de perscrustar
As Equivalências ao chão
desmanteladas
dormindo desfeitas
no abraço plástico e belo
da lotus
Fim das Equivalências
num sorriso de quarar anseios
O fim esclarece o devaneio
nem é de todo fim
na verdade é meio
Meio da Ode Azul
que azucrina a paz
que se impoe ditadora
a paz dos umbrais do Amor
Amor Azul
de Menina Azul e Samurai Azul
no campo de arroz
inesquecível
Atemporal
Memorial
Tutorial das almas
Fim das Equivalências
em Ode Azul sem retorno
e este fim não é nada morno
é resposta
é ponto de partida
da canção a colhida
Exaustos de batalhar
um com o outro
No chão, ao gozo, quedam
azuis
exaustivamente
azuis
Menina Azul
Samurai Azul
E acaba aqui?
Não!
Só começa!
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